

Na manhã desta terça-feira (18), o prefeito Luiz Carlos Folador (MDB), se reuniu no gabinete da Prefeitura com as comissões do Carvão e das Mulheres, para fazer uma avaliação sobre a agenda realizada em Brasília na última semana, que tratou sobre a reabertura da Usina de Candiota e para conversarem sobre a vinda do presidente Lula, na cidade de Rio Grande no próximo dia 24 de fevereiro.
Sobre a audiência realizada no auditório do Ministério de Minas e Energia (MME), que contou com a presença do ministro Alexandre Silveira, governador do Estado, Eduardo Leite, e demais autoridades municipais, estaduais e federais, o prefeito avaliou como positiva, mencionando todas as pessoas que estão diretamente envolvidas para que se tenha uma resposta positiva em relação ao futuro da usina, de Candiota e região.
Ainda, ele falou sobre as reuniões que trataram sobre a necessidade da renovação do contrato da usina, seja para 2043 ou quem sabe até 2050, o que é muito esperado por todos. “O município já vem fazendo o seu trabalho, a nossa usina é moderna e com tecnologia de ponta. É uma necessidade para a manutenção dos empregos, do desenvolvimento econômico, social, a arrecadação de impostos, tanto em nível municipal quanto estadual”, comentou ele, além de mencionar os empregos nos municípios de Bagé, Pinheiro Machado, Hulha Negra, entre outras cidades.
Com a vinda do presidente, a expectativa é que ele faça o anúncio de uma Medida Provisória ou de outra solução para a reabertura da usina. “A reunião foi positiva, mas agora a nossa expectativa é que na vinda do presidente, tendo em vista que o assunto já está na esfera da presidência da República, é que possa ser anunciado a Medida Provisória, prorrogando o contrato”, expressou Folador.
Fazendo parte das duas comissões, a vereadora Luana Vais (PT), e a diretora Executiva do Cideja, Débora Cappua, também avaliaram a reunião como positiva. “A nossa comissão está de parabéns, pois conseguimos fazer um movimento político que não tínhamos feito até então, de juntar várias lideranças políticas e de vários partidos. Acredito que esse coletivo deu o peso que o ministro precisava ver, e acho que agora realmente está na mão do governo. Mas a expectativa é boa, de que nos próximos dias a gente tenha o anúncio da solução”, destacou Luana, afirmando que só irão parar quando o problema estiver solucionado.